Dienstag, 17. Oktober 2017

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jueves, 12 de octubre de 2017

Turquía: PGI/MLM: En el 100 Aniversario, ¡Gloria a la Revolución de Octubre y a sus Líderes!


Millones de personas oprimidas en varias naciones de vastos territorios respondieron a la llamada de Lenin; “Ayer era demasiado pronto, mañana demasiado tarde, hoy es el momento”. El momento fue ese día. Ese día, se pudo observar un profundo hito en la historia de la humanidad que no puede ser borrado. Las puertas a una nueva era, “Imperialismo y Revoluciones”, fueron abiertas. El obsoleto sistema económico mundial fue sacudido. Miles de años de historia de la humanidad fueron volteados. La bandera roja de las masas oprimidas fue alzada en los campamentos de la reacción, que más tarde fueron transformados en muros de defensa inquebrantable de la clase obrera.

La Revolución de Octubre ilumina el camino a la liberación de todas las formas de explotación y tiranía. La Revolución de Octubre es el manifiesto de emancipación de la esclavitud y la esclavitud asalariada. La Revolución de Octubre implica que la lucha de liberación nacional es, de hecho, una parte de la revolución proletaria. La Revolución de Octubre es la más avanzada doctrina de la revolución en el vasto territorio soviético.

La URSS, una gran experiencia del proletariado después de París, fue y sigue siendo una pesadilla terrorífica para la burguesía. La URSS fue sometida a innumerables agresiones, aunque estaba protegida por la sangre de millones de oprimidos. La dictadura del proletariado fue objetivo del fascismo de Hitler, sin embargo, fue defendida por el pueblo de todos los Soviets bajo el liderazgo de Iósif Stalin y el Ejército Rojo. Los pueblos del mundo aplastaron al fascismo.

Hoy, la Revolución de Octubre y sus enseñanzas continúan iluminando el camino de la liberación de todos los pueblos del mundo. Continuaremos marchando con devoción sobre el brillante camino de la Revolución de Octubre para defenderlo contra todas las formas de agresión.

“La historia de toda sociedad existente hasta ahora es una historia de lucha de clases”. La historia fue escrita por las masas en la batalla. Para profundizar nuestra comprensión de la Revolución de Octubre lograda por las masas bajo el liderazgo del Partido Bolchevique, lanzamos la campaña “Gloria a la Revolución de Octubre en su 100 Aniversario”. Por la presente declaramos que mediante la organización de varias actividades en todos los rincones libraremos la batalla por una nueva ola de Revoluciones Proletarias.

En el 100 Aniversario ¡Gloria a la Revolución de Octubre y a sus líderes!
¡Viva el internacionalismo proletario!

Montag, 16. Oktober 2017

GALIZA: Chamamento do PC-maoísta da Galiza.

lunes, 16 de octubre de 2017


GALIZA: Chamamento do PC-maoísta da Galiza.




GALIZA ARDE, A XUNTA RESPONSABEL!

Ao pobo traballador galego:

A onda de lumes que están a queimar unha parte importante dos nosos montes ten un único responsabel; a Xunta de Galicia o goberno reaccionario do Partido Popular e seo presidente, Alberto Núñez Feijoo.

Goberno corrupto, que non é capaz de xestionar a defensa do noso país fronte a os retos do cambio climático e a seca. Un goberno corrupto que só obedece a escuros intereses das multinacionais madeireiras, mineiras e as promotoras especuladoras do ladrillo, que queimán o monte para preparar o terreo para a súa futura Lei de depredación.

Lonxe de prorrogar o dispositivo anti-lumes, a Xunta do PP, dun xeito irresponsable, desmobilizou o mesmo, no seu afán de recortes criminais, o mesmo que na sanidade, ou ensino ou transporte publico.

Este foi denunciado polos propios traballadores que reclamaron en Compostela que se reorganizara o dispositivo anti-lumes, profesionalizandoo e mesmo destinando máis recursos para o mesmo.

Tristemente os peores augurios cumpríronse, a estas horas falase de tres persoas mortas e centos de hectáreas queimadas en zonas de grande valor ecolóxico. O pobo loita en solitario contra o lume!

Ninguén vai a salvar a Galiza se non somos nós, o pobo traballador galego, como xa demostramos no caso do Prestige, homes e mulleres, mozas e mozos, persoas maiores, amantes de súa Patria e das riquezas naturais da mesma.

Polo mesmo dende o Comité de Construción do Partido Comunista maoísta da Galiza facemos un enérxico chamado a mobilización nas rúas, en tódolos pobos e cidades do país, baixo as consignas de:

ABAIXO A XUNTA DO PP !

FEIJOO DIMISION !

PP RESPONSABLE !

POLA REPUBLICA POPULAR DA GALIZA !

Galiza, 16 de outubro do 2017

Comité de Construción do Partido Comunista-maoísta da Galiza.
 

A NOVA DEMOCRACIA BRASIL: Povo catalão pressiona pela independência - A portas fechadas, burguesia catalã negocia com a Espanha




Um referendo sobre o desejo da população em declarar a independência da Catalunha – região submetida ao Estado espanhol – aflorou os ânimos na velha Europa. A consulta, convocada pelo governo autônomo da região da Catalunha e proibida pelo governo espanhol, foi realizada no dia 1º de outubro em toda aquela região.

O resultado foi o esperado: 90% dos votantes manifestou-se a favor da independência. A participação foi de 43% dos aptos a votar. O referendo realizou-se apesar da brutal repressão do governo da Espanha, que enviou policiais para esmagar o evento com violência, agredindo mulheres e jovens covardemente. Ao menos 800 pessoas ficaram feridas.

Com a repressão, uma onda de greves e protestos explodiram na região. No dia 02/10, uma greve geral mobilizou as massas e paralisou 80% de todos os serviços e empresas da região. Um dia depois, mais de 300 mil pessoas marcharam pelas ruas de Barcelona – capital da região – para condenar a repressão colonial do Estado espanhol.

Em defesa da independência, jovens ocuparam a Universidade de Barcelona. “Não queremos ser um país ocupado” e “Adeus Espanha” gritavam os jovens em catalão, segundo a imprensa local.

A Catalunha é uma região autônoma, assim como a Galícia, País Basco e outras. São povos dominados há séculos para a unificação do Estado espanhol e sempre lutaram pelo direito de autodeterminação.

Independência esbarra na direção

A luta das massas populares da Catalunha esbarra na direção da burguesia catalã, que está conduzindo o processo e acirrando a contradição com a burguesia imperialista do Estado espanhol. Também os principais países imperialistas europeus, Alemanha e França, afirmaram em declarações que não reconhecerão o processo de independência catalão.

A burguesia catalã está impulsionando o nacionalismo com o objetivo de pressionar e ganhar mais na divisão dos recursos do Estado espanhol. Para tanto, está se valendo de seu peso econômico no país.

As pressões da burguesia catalã iniciaram-se em 2010, com os reflexos mais bruscos da crise imperialista de 2008, agravando-se agora. Segundo o El País, a Catalunha representa em torno de 19% do PIB do Estado espanhol, superior a Madri (18,9%), abrigando 16% dos habitantes do país. O índice de desemprego, em 13%, também é abaixo da média nacional, que está em 17%.

Soma-se a isto o peso comercial: Catalunha é a principal região exportadora, responsável por 25% das exportações ano passado, atraindo cerca de 14% dos investimentos estrangeiros no país em 2015.

No entanto, a saída da Catalunha também afetaria a economia de sua própria burguesia. Só por realizar este referendo, mais de 20 monopólios sediados na região se deslocaram, receosos com a instabilidade política ocasionada por uma independência – e este é o limite da burguesia catalã. Por isso que, no dia 11/10, na “declaração de independência”, o governo regional suspendeu os efeitos da mesma em nome do “diálogo”.

Por outro lado, para as massas catalãs, uma independência nas mãos da burguesia local não alteraria na essência a sua condição de exploração e opressão, já que não se daria num processo de revolução socialista em toda Espanha e nem tornaria a Catalunha uma república socialista.
 
 

A NOVA DEMOCRACIA BRASILAno XVI, nº 197 - 1ª quinzena de Outubro de 2017: 35 anos do genocídio em Sabra e Chatila

Com apoio de Israel, fascistas fizeram banho de sangue contra palestinos

Massacre de 1982 foi um dos mais sangrentos após II Guerra

Em 1982, nos campos de refugiados de Sabra e Chatila que resguardavam palestinos e libaneses, na fronteira entre a Palestina e o Líbano, ocorreu um dos maiores banhos de sangue após o término da 2ª Grande Guerra Imperialista. O número de mortos é escondido, mas estimativas apontam cerca de 3.500 assassinados.

O episódio ocorreu em meio da guerra civil libanesa, efervescente pela recente invasão de territórios árabes pelo Estado sionista em 1967 (“guerra dos seis dias”) e pelo grande fluxo migratório da massa palestina que, expulsa de suas terras, refugiara-se naquele país. Nesse contexto, o próprio Líbano fora invadido pelos sionistas em junho de 1982, quando Israel argumentou que estaria a reprimir “terroristas palestinos” escondidos. Ao mesmo tempo, também no Líbano, emergia o grupo de aspiração fascista e anti-árabe, a Falange Libanesa.

No dia 14 de setembro de 1982, logo após ser eleito presidente daquele Estado, o líder da Falange Libanesa, Bashir Gemayel, foi aniquilado em uma explosão de carro-bomba. Atribuiu-se a ação aos grupos da resistência árabe-palestina.

Dois dias depois, as milícias da Falange agem contra as massas indefesas e desarmadas para retaliar a morte do líder de seu bando. No entanto, os fascistas não poderiam efetuar tamanha ação sozinhos: contaram com o apoio, inclusive operacional, do Estado sionista de Israel, ainda que este negue.

A ação genocida de aniquilamento em massa durou 38 horas ininterruptas nos campos de refugiados de Sabra e Chatila, na periferia da capital Beirute, no Líbano.

Tal como citou a jornalista brasileira Rosana Bond em seu artigo Resistência do povo palestino (AND nº 14), no livro O massacre de Sabra e Chatila, o jornalista israelense Amnon Kapeliouk relata alguns detalhes desta operação:

“Em numerosos apartamentos, crianças de 3 ou 4 anos são encontradas de pijamas, enroladas em cobertores ensanguentados. Mas, frequentemente, os assassinos não se contentam em matar,  [e também]cortam os membros de suas vítimas antes de liquidá-las, esmagam contra a parede a cabeça das crianças e de bebês; mulheres e até meninas são violadas antes de serem assassinadas a golpes de machado. Usando o machado e a faca, os milicianos espalham o terror, abatendo sem distinção homens, mulheres, crianças e velhos. Também não distinguem entre cristãos e muçulmanos, libaneses e palestinos. Todos os que vivem nos acampamentos devem ter o mesmo fim”.

O mesmo jornalista também denuncia a participação do Exército sionista: “O general [referindo-se ao militar israelense Amos Yaron] confirma-lhes [às milícias fascistas] que suas tropas fornecerão toda a ajuda necessária ‘para a limpeza de terroristas nos acampamentos’. O general Drori, em seguida, telefona a Ariel Sharon [primeiro-ministro sionista de 2001 a 2006; à época do genocídio era ministro da defesa] e anuncia-lhe: ‘Nossos amigos estão penetrando nos acampamentos. Coordenamos sua entrada’. ‘Parabéns!’, responde Ariel Sharon, ‘a operação de nossos amigos está aprovada’”.

Perú: Los crímenes del genocida Ollanta Humala. Reproducción según apareció en Análisis y Opinión.- Análisis y crítica revolucionaria de los hechos políticos de Bolivia y el mundo



PERÚ: Los crimenes del genocida Ollanta Humala

Redacción LR
No solamente estuvieron presentes el día en que sus familiares fueron secuestrados por efectivos militares de la base contrasubversiva de Madre Mía, al mando del ‘Capitán Carlos’, nombre de guerra de Ollanta Humala Tasso. También tuvieron la triste tarea de enterrar en tumbas informales los restos de sus seres queridos ejecutados por los soldados que los acusaron falsamente de terroristas.
Luego de un intenso y prologando trabajo de búsqueda, La República identificó y encontró –con ayuda de sus allegados– los lugares donde reposan Claudio Girano Yaya y Luis Izaguirre Prieto, ultimados por las tropas del ‘Capitán Carlos’, el 19 de mayo y el 25 de junio de 1992, según el testimonio concordante de los testigos de los hechos.
Ahora corresponde a las autoridades del Ministerio Público exhumar los restos, verificar las identidades y determinar en lo posible las causas de la muerte.
“Al regresar a este lugar, después de 25 años, siento escalofríos y terror. Siento como si fuera ayer lo que sucedió en la madrugada del martes 19 de mayo de 1992, cuando mi esposo Claudio Girano fue secuestrado, torturado y asesinado a machetazos a manos de militares de una patrulla que pertenecía a la base de Madre Mía”, relató, entre lágrimas y sollozos, Dominga Poma Quispe, de 70 años.
La viuda condujo a La República hasta el preciso lugar donde ella enterró los restos de su cónyuge, una zona conocida como La Unidad, en el puerto de Santa Rosa de Yanajanca, en la margen izquierda del río Huallaga, en la provincia de Marañón (Huánuco). “Jamás olvidaré este lugar”, dijo Dominga Poma.
Los esposos Claudio Girano y Dominga Poma llegaron a Yanajanca en 1978, lugar donde nacieron y se criaron sus ocho hijos. La familia vivía en una pequeña casa de madera, a pocos metros del río Huallaga. Se dedicaban al cultivo de plátano, piña y cacao.
Dominga Poma lo recordó así:
“Eran las 4 de la madrugada del 19 de mayo de 1992, lo recuerdo perfectamente, cuando una patrulla militar violentó nuestra casa y nos despertó a punto de patadas. ‘¡Levántense, terrucos de mierda! ¡Todos arriba o les metemos bala!’. ‘¿Qué pasa, jefe? ¿Qué pasa?’, pregunté. ‘¿Dónde están los mandos? ¿Dónde están esos terrucos de mierda? ¡Hablen, carajo, o los matamos a todos!’, nos gritó uno de los militares que no dejaba de apuntarme con un fusil en la cabeza, mientras otros soldados rebuscaban todas mis cosas. Esa madrugada yo me encontraba descansando con mi esposo y mi hija de ocho meses de nacida, mientras mis otros siete hijos dormían en una habitación al lado”.

Oficial identificado

En esa época, Claudio Girano contaba con 31 años y Dominga Poma sumaba 40. El tiempo transcurrido no ha borrado los detalles de la espantosa madrugada. Dijo:
“Al ver que no encontraban nada, uno de los militares sacó a mi esposo en calzoncillos y lo tiró al suelo, donde empezó a golpearlo en la cabeza con la cacha del fusil en presencia de mis hijos, que gritaban. ‘¡Tú sabes, terruco de mierda, dónde están los mandos! ¡Habla, mierda!’. No contento con ello, los militares también patearon la espalda de mi hijo mayor, Giancarlo, entonces de quince años, e hicieron lo mismo con mi otro hijo, Bismarck, de solo doce años. Les dije: ‘¿Por qué nos hacen esto? Nosotros no somos terroristas’. Los militares respondieron que cumplían órdenes del ‘Capitán Carlos’. Efectivamente, el ‘Capitán Carlos’, a quien yo conocía, estaba en el puerto del río con otros soldados dirigiendo a las patrullas”.
Este es el segundo caso de asesinato atribuido a los hombres del ‘Capitán Carlos’. El primero, identificado por La República y comprobado por el Ministerio Público, fue Nemer Acuña Silva, ejecutado en setiembre de 1992, también en Santa Rosa de Yanajanca.
Ese día, los efectivos de la base de Madre Mía incursionaron en Santa Rosa de Yanajanca, en represalia porque el puente que une el puerto con el pueblo amaneció con pintas terroristas de la hoz y el martillo.
Dominga Poma encontró el cadáver:
“Después de media hora, los militares ataron las manos de mi esposo en la tolva de una camioneta y lo arrastraron como animal hacia el pueblo de Santa Rosa de Yanajanca, mientras mis dos hijos fueron llevados al puente para que borraran las pintas. Con mi bebé cargado en la espalda y con una linterna empecé a buscarlos por la carretera, pero uno de los soldados me amenazó con dispararme si no me retiraba. ‘¡Oye, terruca de mierda, vete a tu casa o te vuelo los sesos!’. Horas después, encontré a mi esposo Claudio Girano tendido en plena carretera con la cabeza destrozada y con varios cortes en todas partes del cuerpo. No tenía rostro. Los soldados del ‘Capitán Carlos’ mataron a mi esposo Claudio”.
Una pobladora de Santa Rosa de Yanajanca, y vecina de los esposos Claudio Girano y Dominga Poma, confirmó el testimonio. Ratificó que en la madrugada del martes 19 de mayo de 1992, militares de la base de Madre Mía, bajo responsabilidad del ‘Capitán Carlos’, plagiaron y asesinaron a Claudio Girano.
“Aquí, en Yanajanca, hay decenas de muertos, entre hombres, mujeres y ancianos, que fueron torturados y asesinados por los militares de la base de Madre Mía, cuyos cuerpos están bajo tierra en busca de justicia”, afirmó Marlene Figuerero.
Giancarlo, el hijo mayor de Dominga Poma que fue secuestrado y golpeado por los militares junto a su padre en la madrugada del martes 19 de mayo de 1992, reconoció al ‘Capitán Carlos’ como Ollanta Humala Tasso.

la confirmación

La República también recogió su testimonio:
“Mientras torturaban a mi padre y mis hermanitos lloraban, dos soldados me cogieron del pescuezo y, luego de atarme con una soga, me llevaron hacia el puente, cerca del río Huallaga. Había otros detenidos más. Con el fusil nos golpeaban y nos gritaban: ‘¡Borren con sus lenguas la hoz y el martillo, terrucos de mierda! Si no lo hacen ahorita, les volamos la cabeza!’. Yo vi al ‘Capitán Carlos’ que daba órdenes a los soldados: ‘¡Maten a esos terrucos de mierda!’, gritaba. Al poco rato me llevaron hacia la casa del vecino, de apellido Tucto, con los ojos vendados y las manos atadas. En un descuido, mientras revisaban la casa, la venda se desprendió y pude ver el camino y así corrí sin parar. Apoyado con un tronco de plátano, me arrojé al río Huallaga para ir a la banda (orilla), donde me escondí en el monte. Si no me escapaba, los soldados me hubieran matado, igual que a mi padre”.
Giancarlo y su madre guiaron a este diario hasta la tumba de Claudio Girano Yaya. Después del asesinato del padre de familia, la viuda y sus hijos fugaron a Aucayacu, y luego a El Paraíso, a veinte minutos de Tingo María, en plena selva de Huánuco.
Al regresar a su pueblo, a Giancarlo –junto a su madre– le tocó el doloroso papel de enterrar el cadáver de su padre. Dijo:
“Encontré a mi hermanito Bismarck que lloraba junto al cuerpo de mi padre en plena carretera. Los militares lo habían matado. Con ayuda de dos vecinos, logramos enterrarlo a pocos metros de un pequeño cementerio. Luego volví a escapar con mi hermano, porque otra patrulla llegaba en bote al pueblo”.

El mismo patrón

“¿El ‘Capitán Carlos’ era Ollanta Humala Tasso?”, preguntamos a la viuda Dominga Poma y a su hijo Giancarlo.
“El ‘Capitán Carlos’ es Ollanta Humala”, respondieron.
En circunstancias similares fue ejecutado Luis Izaguirre Prieto, el 25 de junio de 1992. Así lo relató Bertila Dávila Murrieta, la viuda:
“Estaba con mi esposo descansando en la casa de doña Antonia Grande, ubicada en el Puerto de Yanajanca, cuando escuché a gente que gritaba y los perros ladraban sin parar. Eran alrededor de las 5 de la madrugada cuando más de 20 soldados violentaron la puerta de ingreso. Al salir por la ventana, sentí que alguien me encañonó con un fusil en la cabeza. En ese momento otros uniformados sacaron a golpes a mi esposo hasta la carretera para torturarlo. Los soldados que ingresaron en la casa eran de la base de Madre Mía y sacaron en calzoncillos a mi esposo, y luego de atarlo de manos con un alambre, lo tiraron en el suelo para torturarlo. ‘¡Habla, soplón!, ¿dónde están los terrucos de mierda? ¡Habla, mierda o te volamos los sesos!’. Fue horrible porque pese a que mi esposo gritaba y pedía auxilio, otro soldado con la bayoneta de su fusil lo atacaba repetidas veces en la cabeza. Eso nunca me voy olvidar. Yo no podía hacer nada, porque un soldado me tenía apuntada con el cañón de un fusil en mi cabeza y, pese a que estaba embarazada, me golpeaba en la cara y en mi vientre. En esos momentos pensé que iba a abortar por los golpes , pero el soldado seguía amenazándome con matarme si intentaba escapar”.
Bertila Murrieta, a diferencia de otros testigos, aseguró que en esa operación participó el mismo ‘Capitán Carlos’, a quien reconoció plenamente, según dijo:
“Ese día, la patrulla militar había detenido a más de 30 personas, entre hombres, mujeres y niños. Allí estaba parado y dando órdenes el ‘Capitán Carlos’. Ordenó que encerraran a todas las mujeres y niños en una casa, mientras que los varones fueron llevados hacia la carretera. Entre ellos iba mi esposo bañado en sangre y moribundo. Después de horas al salir en busca de mi esposo, vimos por la carretera a los vecinos que estaban tirados boca abajo. A algunos de ellos le habían cortado la oreja y a otros, los dedos, pero mi esposo no estaba. Hasta que un vecino avisó que estaba en un platanal, a un costado de la carretera. El cuerpo de mi esposo tenía múltiples cortes y tenía el rostro destrozado. Al parecer, le dispararon en la cabeza. Su cuero cabelludo y sus sesos estaban esparcidos alrededor de su cadáver”.

Escapar para vivir

Como ocurrió con otros casos, Bertila Dávila, luego de enterrar a su cónyuge, huyó de Yanajanca y se refugió en Pucallpa. Pero regresó al lugar para decirle a La República dónde estaban los restos de su esposo.
Estaba temerosa y nerviosa cuando llegamos al puerto de Yanajanca. “Estoy aquí y los recuerdos me hacen sentir escalofríos y siento muchísima pena por todo lo que viví”, dijo Bertila Murrieta: “Escapé también porque estaba embarazada. Mi hija Bianca nació el 15 de octubre de 1992. No conoció a su padre”.
El 21 de junio de este año, también con la ayuda de familiares, este diario ubicó la tumba de otra víctima: Nemer Acuña Silva. En la primera semana de julio, el Ministerio Público confirmó el hallazgo del cadáver. Los testigos dijeron que Acuña fue ejecutado por los soldados del ‘Capitán Carlos’.
Ahora, La República presenta dos casos más, plenamente identificados.❧
Los familiares de las víctimas guiaron a La República hasta las tumbas donde enterraron informalmente a sus seres queridos ultimados por los militares.“Humala todavía no es notificado por la fiscalía”
  • Uno de los abogados de Ollanta Humala, Alberto Otárola Peñaranda, afirmó que el ex mandatario aún no ha sido notificado por la fiscal Edith Chamorro, quien investiga los torturas y desapariciones forzadas a manos de militares de la base de Madre Mía
  • “Tanto la fiscalía como la comisión del Congreso no han convocado a Humala, pero desde ya aseguramos que el ex presidente no tiene ninguna responsabilidad en estos hechos. Por el contrario, el pueblo de Madre Mía le ha agradecido por las obras efectuadas en dicho lugar. Igual, está dispuesto a colaborar cuando sea citado”, respondió.
La testigo Bertila Murrieta Dávila aseguró que la patrulla militar que secuestró a su esposo Luis Izaguirre estaba dirigida por el ‘Capitán Carlos’, en junio de 1992. “Ex presidente ya debe ser comprendido”
  • El abogado de algunas de las víctimas del caso Madre Mía, Carlos Rivera Paz, destacó la relevancia de los testimonios que revelan el crimen de Claudio Girano a manos de soldados del ‘Capitán Carlos’. Adelantó que resulta de trascendencia que la fiscalía exhume el cuerpo en el lugar que han indicado los familiares.
  • “Tengo conocimiento de que, dentro de las diligencias, la fiscal Edith Chamorro ha logrado exhumar hasta el momento dos cuerpos. Esto significa que el hecho delictivo ya no solo es un dicho de una persona, sino es un hecho de carácter concreto, por lo tanto, ya se debe comprender a Humala en este caso”, dijo.

Internationale Aktionswoche „Freiheit für Georges Abdallah“ vom 14.- 24. Oktober 2017


Von: hamburg@political-prisoners.net

 Georges Abdallah ist libanesischer Kommunist. Er hat in den 1970er und 80er Jahren an der Seite linker palästinensischer Organisationen für ein demokratisches, freies und säkulares Palästina gekämpft und sich der Besatzung des Südlibanon durch die israelischen Streitkräfte entgegengestellt.
Georges Abdallah wurde am 24.Oktober 1984 in Lyon verhaftet. Am 25. Oktober 2017 beginnt für ihn das 34ste Jahr hinter Gittern in Frankreich!
Er wurde wegen Mittäterschaft an der Erschießung eines Mossad-Agenten (israelischer Geheimdienst) und eines US-Militärattachés in Frankreich zu lebenslänglich verurteilt.
Seit 1999 könnte er nach französischem Recht freigelassen werden, was jedoch zur Wahrung französischer Interessen im Nahen und Mittleren Osten nicht geschieht. Wenn man um die milliardenschweren Waffenexporte der französischen Rüstungsindustrie weiß, die u.a. in reaktionäre arabische Staaten wie Saudi-Arabien und Qatar gehen, wird einem ein Teil dieser Haltung klar.
Die US-Regierung intervenierte mehrmals in den Fall. Und 2013, als die Justiz Georges Abdallahs Freilassung entschieden hatte, kam es zu einer Aufforderung Hillary Clintons an den damaligen französisches Außenminister, sich etwas einfallen zu lassen, damit dieses Justizurteil nicht wirksam wird.
Georges Abdallah hat seinen Überzeugungen nie den Rücken gekehrt und war immer mit den palästinensischen Gefangenen solidarisch.
Eine beachtliche Solidaritätskampagne entwickelte sich weltweit und verband die Forderungen nach Freilassung von Ahmad Saadat und Marwan Barghouti, Georges Abdallah und allen palästinensischen Gefangenen.
In der Woche vom 14.-24. Oktober sind in Frankreich und vielen anderen Ländern Aktionen zur Unterstützung der Freilassungsforderung geplant.
Wir machen deshalb im Rahmen der internationalen Aktionswoche in Hamburg eine Veranstaltung mit Film zu George Abdallah:
Freitag, 20. Oktober, 19:00 Uhr, Internationales Zentrum B5, Brigittenstraße 5, St. Pauli
Bündnis gegen imperialistische Aggression